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4 dicas para treinar a equipe para o gerenciamento das vulnerabilidades

Garantir a segurança de uma empresa ou, ainda, de softwares em desenvolvimento, não é tarefa fácil. Ao contrário do que muitos pensam – principalmente os empreendedores que não atuam na área de tecnologia –, segurança não funciona como um “produto” qualquer, que pode ser comprado em uma prateleira. É preciso apostar pesado em tecnologia, desenvolver e aplicar políticas internas, estabelecer processos e, acima de tudo, treinar pessoas para tal propósito. Em outras palavras, é preciso realizar um trabalho de gestão profissionalizado. Acontece que, para que todas essas medidas alcancem resultados consistentes, a estratégia da empresa deve incluir tanto um planejamento, quanto um gerenciamento específico, voltado para a área de segurança, integrando, com sucesso, todos os elementos que citamos anteriormente. Esse processo se chama Gerenciamento de Vulnerabilidades. Nesse post, pretendemos passar algumas dicas importantes para que você desenvolva esse tipo de gerenciamento com sucesso no seu desenvolvimento de software.

Pessoas: envolvimento é fundamental

Esse é um dos pilares para o desenvolvimento de uma política de segurança. Afinal de contas, as vulnerabilidades muitas vezes são causadas ou percebidas pelos próprios colaboradores, mesmo quando a empresa conta com softwares para automatizar o processo. É fundamental definir um grupo de segurança de software, evidentemente, já que a especialização é uma forma de garantir a qualidade, mas o gestor deve conscientizar e nortear toda a equipe para que todos compartilhem dos processos de segurança. Quanto mais seus profissionais gostarem de segurança, melhor.

Metodologias: alinhando as atividades

Em primeiro lugar, é preciso definir com clareza quais serão os ambientes a serem testados, os critérios para a análise de resultados, os processos de acompanhamento e monitoramento das melhorias e, ainda, as oportunidades de testes. Para isso, é preciso atender determinadas metodologias, como a Dynamic Application Security Test (DAST), dentre outras. Desta forma, será possível alcançar resultados de maneira mais rápida, pois o processo será repetido sempre que houverem necessidades. As metodologias devem ser integradas com as políticas, conforme veremos a seguir.

Políticas: a regra de conduta

Por fim, todo o colaborador envolvido nos projetos da empresa deve saber exatamente como se comportar diante de uma possibilidade de vulnerabilidades. A quem deve procurar, como deve proceder e, inclusive, como devem ser aplicados os testes. Pode parecer uma medida simples, mas, na verdade, a definição de políticas é uma maneira de padronizar o trabalho e reduzir drasticamente a possibilidade de falhas. Um profissional bem encaminhado certamente será mais efetivo do que um profissional desorientado.

Tecnologia: garantindo a eficiência

Seria controverso uma equipe de desenvolvimento de software se negar a usar a tecnologia durante a execução do seu trabalho, certo? Adotar uma ferramenta para automatizar todos os testes de avaliação de segurança nos servidores e nas aplicações é uma forma de garantir a eficiência em todo o processo de gerenciamento de vulnerabilidades. Na verdade, o uso da tecnologia é indispensável, principalmente quando nos referimos a grandes empresas, com inúmeros projetos em desenvolvimento. Faça uma boa pesquisa antes de adotar sua ferramenta e procure a mais compatível com as necessidades do seu empreendimento.

Você já aplica todos esses elementos no seu gerenciamento de vulnerabilidades? Caso queira saber mais sobre esse processo, acesse o site da Conviso! 

Originalmente postado no Blog da Conviso Application Security – Siga-nos no Twitter @conviso Google+

 

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