Suas aplicações são seguras?

Conheça a Conviso!

Teste estático e dinâmico: entenda características de cada um

Falhas de software são uma constante para quem trabalha com desenvolvimento. Em menor grau, elas podem representar apenas pequenos problemas na execução de um sistema. Já em casos mais graves, um bug ou vulnerabilidade pode levar a exposição de dados de usuários e informações privadas de empresas.

Esses problemas causam prejuízos bilionários anualmente. Mas eles não são causados apenas pelos riscos de segurança que um sistema com mal funcionamento possui. São frutos, também, da perda de produtividade e a má experiência de uso. Para contorná-los, empresas adotam estratégias de testes variadas para tornar o seu processo de desenvolvimento mais seguro.

Quer conhecer duas das mais famosas? Continue acompanhando e descubra as diferenças entre teste estático e dinâmico!

Características entre Teste estático e dinâmico

Principais características do teste estático

A análise estática de softwares, também conhecida como whitebox, trabalha diretamente com o código de uma ferramenta. Nesse caso, os componentes de uma ferramenta são verificados sem que o produto seja executado. Seja por meio de uma ferramenta automatizada ou dos testes manuais, o principal objetivo dessa técnica é identificar erros de programação, tais como:

  • Práticas ruins;

  • Erros de sintaxe;

  • Falhas de segurança.

A análise estática auxilia gestores de TI a identificar todas as linhas de código que foram mal escritas durante a criação de um software. Todos os caminhos de execução, processamento e exibição de valores são examinados. Como consequência, erros mais comuns são descobertos mais rapidamente.

Principais características do teste dinâmico

O teste dinâmico pode ser empregado de forma complementar a análise estática. Esse tipo de abordagem vê o software como uma “caixa preta” (daí o nome popular “blackbox”) e trabalha, principalmente, com as informações que são inseridas nas rotinas de entrada e saída de dados. Além disso, são verificados itens como:

  • O tempo de resposta;

  • A performance da aplicação;

  • A capacidade do software se adaptar a diferentes ambientes;

  • O comportamento funcional.

Muitas empresas adotam a análise dinâmica por ela permitir que problemas mais sutis sejam identificados. Não importa o grau de complexidade, as chances de um bug passar por uma análise estática e uma análise dinâmica sem ser rastreado é consideravelmente baixa. Dessa forma, o teste dinâmico consegue dar mais segurança e confiabilidade ao produto final.

Tornando softwares mais confiáveis

As análises estáticas e dinâmicas estão entre as formas de buscar softwares com mais qualidade e segurança. Apesar de terem origens distintas, ambos podem ser levados para o ambiente de desenvolvimento. Dessa forma, podem ampliar a capacidade da companhia entregar produtos com menos erros e problemas de segurança.

Por ser feito logo nos estágios iniciais de desenvolvimento, os testes estáticos normalmente possuem um custo menor do que as análises dinâmicas. Por outro lado, um teste dinâmico pode ser executado mais rapidamente. Em ambos os casos, os métodos de análise são altamente complexos, capazes de verificar grandes sistemas com facilidade.

Esses procedimentos podem ser aplicados em qualquer empresa de desenvolvimento de sistemas. Lado a lado com boas práticas de desenvolvimento, eles ajudam a reduzir consideravelmente a quantidade de brechas e vulnerabilidades de um produto.

E aí, gostou do nosso texto sobre teste estático e dinâmico? Então continue lendo outros artigos em nosso blog.

Tags

Deixe uma resposta

Seu endereço de e-mail não será publicado.

topo