Suas aplicações são seguras?

Conheça a Conviso!

Tecnologia e segurança: 4 tendências que serão parte da rotina das empresas

No mercado de tecnologia as mudanças são tão rápidas quanto a velocidade de conexão no Japão. E, junto com tantas inovações tecnológicas, os riscos associados ao mundo virtual são tão difíceis de prever quanto necessários de se prevenir. Uma pesquisa publicada recentemente pela consultoria Gartner aponta algumas tendências no ramo de segurança da informação que se tornarão rotina nas empresas nos próximos anos.

Aspectos da Internet das Coisas (IoT), a ampliação de funcionários usando seus próprios devices e técnicas de seguranças centradas no usuário final são alguns dos assuntos para os quais todos os empreendedores e profissionais da área precisam se preparar, de acordo com o estudo. Confira no post de hoje algumas dessas tendências: 

Portas abertas pela Internet das Coisas (IoT)

Já é um consenso entre a maioria dos especialistas de tecnologia que os investimentos em soluções desenvolvidas a partir da Internet das Coisas, conceito que busca aumentar os níveis de interação entre objetos do dia a dia, como eletrodomésticos, carros etc. A redes virtuais só devem aumentar nos próximos anos. Com essa diversidade de linguagens e conexões, as janelas de vulnerabilidade também tendem a se diversificar. Por isso, o campo de segurança da informação deve avançar primeiro nesse segmento nos próximos anos.

Esse novo patamar de conectividade tem sido base para um aumento da política de incentivar os funcionários a usarem seus próprios devices, como smartphones, tablet e notebook também em ambientes laborais.

Um novo conceito de segurança da informação

De acordo com a Gartner, o que hoje é conhecido no meio corporativo como Profissional do Departamento de Segurança da Informação (Chief Information Security Officer – CISO) vai acumular novas responsabilidades e funções mais amplas. O chamado Profissional de Risco Digital (Digital Risk Officer) terá que estar atento, além das atuais janelas de vulnerabilidade dos bancos de dados e intranets, a inovações que diversificarão as possíveis origens de ameaças que até agora podem ser descartadas.

A estimativa da consultoria é de que, até 2017, cerca de um terço das grandes empresas terão um profissional com esse perfil mais dinâmico. Isso significa que é preciso estar preparado para uma atuação em escala muito maior em caso de crise ou de alguma ameaça bem sucedida à segurança da informação das empresas.

Fronteiras nebulosas entre mundo digital e físico


Atualmente é relativamente simples identificar a origem potencial de um risco à segurança de informação de uma empresa. Os computadores da empresa, a rede interna e os periféricos são os protagonistas na elaboração de estratégias de prevenção. Mas, com a IoT, tudo vai ficar mais nebuloso. O aumento do uso de soluções em internet móvel e de computação na nuvem são exemplos de tendências tecnológicas que trarão desafios inéditos à segurança da informação nos próximos anos.

Estratégias focadas no usuário final

Essa diversificação fortalecerá ainda as estratégias de segurança voltadas para o usuário final dos sistemas. Em conjunto com o desenvolvimento de soluções preventivas técnicas, focadas em softwares de segurança, um esforço de treinamento dos funcionários das empresas em segurança da informação será essencial. Muitas vezes a evolução das inovações tecnológicas pode ser mais veloz que a elaboração de soluções automatizadas, nesse contexto, usuários finais treinados e com comportamentos seguros atuam como fortes parceiros na segurança.

Sua empresa está familiarizada com esses conceitos? Como você pretende se prevenir? Compartilhe conosco suas dúvidas e experiências nos comentários.

Originalmente postado no Blog da Conviso Application Security – Siga-nos no Twitter @conviso Google+

Tags

Deixe uma resposta

Seu endereço de e-mail não será publicado.

topo