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Engenharia reversa: como fazer dela sua aliada nos testes de segurança

A construção de um produto ou a programação de um software exige muitas etapas que se mesclam para que, ao final, o resultado seja o item desejado. Embora conhecer esse processo seja importante, nem sempre isso é possível ou suficiente.

Em alguns momentos, é preciso fazer o caminho contrário, seja para entender mais sobre a solução em questão, ou para torná-la mais segura. A esse caminho na direção oposta dá-se o nome de engenharia reversa. Neste post você entenderá o que é essa engenharia e como ela pode auxiliar os testes de segurança. Confira!

O que é a engenharia reversa?

A engenharia reversa consiste em seguir o caminho contrário da construção de um produto, programa ou solução de modo a permitir o entendimento do funcionamento do que está sendo estudado. Esse processo funciona como uma espécie de dissecação e serve para identificar falhas, potenciais de otimização ou mesmo para que seja compreendido e mapeado o funcionamento de determinado objeto de análise.

Assim, o processo de engenharia reversa pode ser tanto físico quanto informatizado. No caso do processo físico são utilizadas técnicas de desmonte, avaliação e tentativa e erro. Já para TI, a engenharia reversa utiliza testes de propagação, reengenharia de interfaces e outras técnicas que permitam uma análise mais compreensiva de softwares.

Como a engenharia reversa pode atuar no mundo de TI?

A engenharia reversa pode ser aplicada em processos de TI por meio da análise de softwares. Nesse caso, a análise é baseada no comportamento do software para entender como são seus métodos interativos e qual é a construção de código utilizada.

No caso de um programa de código fechado, por exemplo, é possível utilizar a engenharia reversa para explorar possibilidades de otimização ou mesmo de personalização. Conhecendo o funcionamento do software é possível melhorar, adaptar ou mesmo emular suas funções.

Já no caso de um software próprio, a engenharia reversa é vantajosa do ponto de vista da segurança. Uma vez que o programa seja construído e colocado em ação é comum que falhas de segurança aconteçam, mesmo que involuntariamente, a engenharia reversa ajuda a mudar isso.

Qual a importância da engenharia reversa para os testes de segurança em TI?

Antes de lançar um produto ou mesmo colocá-lo em ação internamente é importante realizar testes de segurança. Esses testes impedem que vulnerabilidades sejam exploradas por outros usuários ou que causem problemas para os clientes.

Nesse sentido, a engenharia reversa pode ser uma grande aliada. Com ela, fica mais fácil identificar precisamente quais os pontos apresentam vulnerabilidades, permitindo que eles sejam corrigidos de maneira mais rápida. De outro modo, é mais difícil identificar pontos de atenção antes que aconteçam problemas.

Além disso, a engenharia reversa também pode ser aplicada em códigos maliciosos e possíveis ameaças ao programa em questão. Ao fazer isso, fica mais fácil entender quais são as vulnerabilidades criadas/exploradas pelo código, de modo a tornar a solução da empresa mais robusta.

Outro fator de segurança é que a empresa pode usar mecanismos que impeçam a reversão por terceiros. Isso garante que o programa não tenha seu comportamento facilmente estudado, o que dificulta a exploração de falhas de segurança.

A engenharia reversa pode ser uma grande aliada nos testes de segurança, especialmente em TI, por identificar falhas e vulnerabilidades. Com isso, ela permite a construção de soluções mais seguras e que sejam mais robustas de maneira geral.

Por falar em testes de segurança, conheça as diferenças entre o teste estático e o teste dinâmico!

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